BIO


FERNANDO GRACIOLA é bacharel em violão pela Universidade Federal de Santa Maria/RS – UFSM (2011).

Teve seu primeiro contato com o violão de maneira auto-didata em 1998, durante a adolescência, para acompanhar o grupo de declamadores que integrava, em Encantado/RS.  Logo, passou a acompanhar cantores e grupos de dança em rodeios gaúchos pelos estados do sul do Brasil.

Mais tarde, buscou aprimoramento com lições dos professores Zoca Jungs, Irineu Krüger, Marcello Caminha, Maurício Marques e Thiago Colombo.

Em 2004, assinou a produção musical e a execução da trilha sonora do CD “Meu Terrunho”, do declamador Valdemar Camargo.

Nos anos de 2005 e 2007, sagrou-se campeão da modalidade de violão no ENART – Encontro de Arte e Cultura Gaúcha, também sendo premiado em vários rodeios gaúchos.  Posteriormente, passou a atuar em tais eventos regularmente como avaliador de concursos musicais.

Participou de diversos festivais de música popular e nativista, como a Tafona da Canção Nativa (Osório), Canoa do Canto Nativo (Canoas), Pastoreio da Canção (Novo Hamburgo), Cante e Encante o seu CTG (Gravataí), Sapecada da Canção Nativa (Lages), Tertúlia Nativista (Santa Maria), Carijo da Canção Gaúcha (Palmeira das Missões), com destaque para o Canto da Lagoa (Encantado), onde, em 2006, obteve o 3º lugar com a composição “Vou Embora”, parceria com o poeta Moisés Silveira de Menezes.

Em 2007, atuou como arranjador, violonista e compositor no CD “Brasilheiras”, do acordeonista Maurício Horn, com quem teve sua estréia em palcos importantes, como da Casa de Cultura Mário Quintana.

No mesmo ano, ingressou na faculdade de música, bacharelado em violão, da Universidade Federal de Santa Maria/RS.

Durante a graduação, dirigiu espetáculos apresentados por alunos do Departamento de Música, como “Bossa iNOVA”, de MPB (2008 e 2010), e “Seu Tonico na Ladeira”, de canções brasileiras (2010).  Integrou os recitais de violão do “Projeto NPM – Violões”, com direção de Marcos Kröning Corrêa, nos anos de 2007 e 2010.   Também iniciou o "Duo Balancim", com o colega clarinetista Luis Silva, e fez direção musical das peças de teatro “O Mar do Tempo Perdido”, com a atriz Alessandra Dörr (2008), e “Gabriela Cravo e Canela”, com Juliet Castaldello (2010).

Realizou intercâmbio cultural de um semestre na Universidad Nacional Del Litoral (UNL), de Santa Fé, Argentina.  Paralelamente, afirmou a parceria com a cantora argentina María Paula Rodriguez e o intercâmbio de músicos brasileiros e argentinos no projeto "Sul do Mundo”.

Ainda no ambiente universitário, iniciou o "Mafuá Trio Instrumental”.  Em 2011, conclui a graduação em violão, sob orientação dos professores Marcos Kröning Corrêa e Maurício Mendonça.

Participou de masterclasses e workshops com os professores Aliéksey Vianna, Marcus Tardelli, Paulo Aragão, Fábio Adour, Néstor Ausqui, Gilson Antunes, Guinga, entre outros.

Atuou como solista da Orquestra Sinfônica de Santa Maria, sob a regência do maestro Ênio Guerra.

No ano de 2012, fundou o "Quinteto Canjerana", trabalho autoral com foco no desenvolvimento de uma ideia de "música gaúcha contemporânea".

Em 2013, participou do espetáculo "Jogo de Cordas", com os violonistas Gabriel "Selvage" e Lucas Volpatto, criador do projeto, apresentado na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre.

Também idealizou a "Camerata Jovem Violão Pampeano", com seus alunos de Encantado/RS.

No ano de 2014, teve sua composição, de letra e melodia, "Valsa na Varanda" premiada como a música mais popular do festival Canto da Lagoa.

Em 2015, vale destacar a parceria com o luthier Jadir Stacke e a direção musical da edição comemorativa do festival Canto da Lagoa.

Atualmente, dá continuidade a vários projetos musicais e atua como professor e músico de palco e estúdio.